Nossas Atividades Regionais

Piauí realiza o seu primeiro Encontro da Rede de Leitura Inclusiva

I Encontro Piauiense da Rede de Leitura Inclusiva deu o passo inicial para grandes ações prol da acessibilidade no Estado, promovido pelo GT Piauí. Dia 21 de setembro, representantes da Universidade Federal do Piau (UFPI), Associação de Cegos do Piauí (ACEP), Secretaria Estadual para Inclusão da Pessoa com Deficiência (SEID), Secretaria Municipal de Educação (SEMEC), Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (COMAD), Instituto Comrádio e Fundação Dorina ampliaram as discussões sobre inclusão e compartilharam oportunidades que farão parte nas ações futuras das organizações presentes e dos participantes das que foram convidados a darem continuidade.

Curitiba já começou a se unir para montar a rede de leitura inclusiva local

Aconteceu em Curitiba a primeira reunião com representantes de instituições como CAP-PR, Sesi, Fesp, Facel, IPC (Instituto Paranaense de Cegos), FCC (Fundação Cultural de Curitiba), Associção Hellen Keller (município de Pinhais) e a Biblioteca Pública do Estado. Na oportunidade, foi possível trocar experiências e refletir sobre caminhos para fortalecer a leitura inclusiva no Paraná. As principais demandas que surgiram foram: – o acesso a arquivos primários junto às editoras para que as universidades possam dispor de bibliografia em formato acessível; – dicas de como montar um núcleo de acessibilidade em faculdades e universidades; – necessidade de capacitação de professores e profissionais que trabalham com equipamentos culturais, especialmente as bibliotecas. – baixo número de usuários com deficiência nas bibliotecas.

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Conheça mais sobre o trabalho realizado em Minas Gerais

O trabalho da Rede de Leitura Inclusiva em Minas Gerais já conta com a mobilização e envolvimento dos participantes com a causa. O primeiro momento desta equipe foi produtivo. Eles apresentaram o projeto para diversas instituições como o APDV, Instituto Louis Braille, CAP, a Secretaria de Cultura,o espaço braille da Biblioteca Luiz Bessa e o Instituto São Rafael, uma grande referência na inclusão das pessoas com deficiência visual no Estado. Lá, o grupo foi recebido por Juarez, que mostrou diversas curiosidades sobre o acervo, como um dicionário braille da década de 60 doado pela Fundação Dorina e a coleção “O tempo e Vento” formada por cerca de 60 volumes. Os principais pontos abordados neste encontro foram: – Os pais tem um papel importante para despertar o gosto pela leitura desde cedo nos filhos que estão aprendendo o braille. Os livros

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Fórum SC marcou o início do grupo de leitura inclusiva em Santa Catarina

O encontro do Fórum SC para dar continuidade à construção do Plano Estadual do Livro e da Leitura de Santa Catarina (PELL) foi o melhor momento para começar a montar o grupo de trabalho da Rede de Leitura Inclusiva em Santa Catarina. Na primeira reunião, nos aproximamos e refletimos sobre o cenário no Estado de maneira mais ampla. Já no segundo encontro, pensamos em ações mais concretas. Alguns pontos levantados foram: – O impacto social das bibliotecas e espaços de leitura nas comunidades (relato da Biblioteca Barreiro Filho); – Dificuldade em compartilhar conteúdo acessível e de ter acesso aos arquivos de livros para transcrição para formato acessível; – Necessidade de ter informações mais sistematizadas, como diagnósticos das bibliotecas quanto à acessibilidade; – Este GT fazer um trabalho convergente com o do Fórum de Livro e Leitura, o grupo ser uma

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